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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Dilma no Jornal Nacional

Mal terminou a entrevista com a presidenciável Dilma Rousseff no Jornal Nacional, o casal global William Bonner e Fátima Bernardes se tornou alvo da fúria dos internatutas partidários da petista.

Consideraram que a dupla foi dura demais com a candidata

Em minha modesta opinião, o contrário é que seria um erro.

Quem levanta a bola é assessor de imprensa e jogador de vôlei.

As entrevistas devem servir para confrontar o candidato com seus pontos considerados fracos.
Espero que nas próximas entrevistas, o casal mantenha a mesma postura.

Afinal, para propagar os pontos fortes, os presidenciáveis terão o horário eleitoral gratuito.

De modo geral achei correta a postura dos entrevistadores, embora Bonner tenha perdido alguns pontos se mostrado mais nervoso que Dilma e interrompendo a candidata.

E você, o que achou?

Pra quem não viu a entrevista, o link está aqui.

19 comentários:

Anônimo disse...

Maninha reporter,

RECEITA DE MAMELUCO:

1 bolo pronto
1/2 litro de leite
8 colheres (sopa) de achocolatado em pó
2 latas de leite condensado

Modo de Preparo:
Esfarele todo o bolo em um recipiente
Depois leve ao fogo o leite, o achocolatado e o leite condensado
Deixe ferver e retire do fogo antes que endureça
Despeje no recipiente onde está o bolo esfarelado e o misture bem com o brigadeiro
Espere 30 minutos e sirva.

Anônimo disse...

Essa sua concepção de jornalismo é como se o papel do jornalista fosse a de um lutador de boxe, que deve encurralar o adversário até jogá-lo ao chão. O entrevistado deve ser visto sempre como um adversário? Perguntar é uma coisa, embutir preconceito na pergunta é outra, bem diferente diferente do papel de um mediador entre o público e o entrevistado

Anônimo disse...

Tem mesmo é que pegar pesado. Se ela não aguenta dois apresentadores de tv, como é que vai aguentar enfrentar uma discussão no Conselho de Segurança da ONU, cara-a-cara com os poderosos do mundo?

Nessa entrevista ela foi muito ruim. Não respondeu as perguntas diretamente, ficou sempre tangenciando, e foi confusa. Sem o Lula do lado, ela fica tonta quando é confrontada por alguém mais bem informado.

Ainda tô tentando entender a parte em que ela fala q o PT não está errado em buscar o apoio do Sarney e do Collor e que também não estava errado quando chamava essas figuras de bandidos.

Anônimo disse...

É triste a situação da Funtelpa. Além dos problemas de gestão de pessoal, que vem prejudicando a qualidade da programação, na semana passada roubaram 13 televisores novinhos. E ninguém sabe, ninguém viu.Ajude-nos Santa Rita dos Impossíveis!!!

RS disse...

Minha concepção é de que o entrevistador deve confrontar o entrevistado no sentindo de questioná-lo sobre todos os temas, incluindo aqueles que são desagradáveis. Sempre penso o que as pessoas gostariam de perguntar se estivessem no meu lugar e também torço para que, ao ler a entrevista, o leitor não pense: “mas por que não trataram desse assunto?”.

Anônimo disse...

Da próxima, deixa a Fátima encurralar: com simplicidade e habilidade, ela pegou a Dilma de jeito. Ou não? Pegou a candidata na mentira, ou não? Cadê obra de saneamento em Belém? Cadê o Tucunduba? A minha Mundurucus tá que tá uma Veneza, mas bem fedida. Dêem um tempo.

Fernando Bernardo

Anônimo disse...

O Fernando, acho que tu devias ser entrevistador, sabe? Mas do Dudu!

Itajaí de Albuquerque disse...

A questão Rita não é a receita de como entrevistar. Na verdade, embora seja o mínimo que se exija de um jornalista, a prática é uma arte e a literatura especializada está aí para comprovar. Como alguém que sabe e pratica a arte de entrevistar, você não pode deixar de ver o episódio de ontem à noite por esse foco.
A questão do Bonner é que ele não entrevistou; ele abriu intimidando com frases feitas, afirmativas, sem base factual ou alocadas no devido contexto de referência, deixando dúvidas quanto a seriedade do que ele estava colocando. Eu imagino que alguns espectadores mais afeitos a essas questões de comunicação devem ter ficado de queixo caído, outros pediram para que alguém lhes beliscasse para acordar frente a um comportamento quase inquisitorial.
Nesse sentido, ontem à noite, ele praticou um escancarado anti-jornalismo que, pelo passado dele,nem pode ser atribuído ao benefício de uma alegada militância.
Duvido que essas vozes do dono tentarão salvar as aparências na entrevista com o Serra.

Felipe Siqueira disse...

Concordo contigo em todos os sentidos, Rita.

Não achei que "pegaram pesado" com a candidata. Simplesmente, Bonner e Fátima Bernardes não são assessores do PT.

Além disso, espero que mantenham a mesma posição frente aos demais presidenciáveis. Desta forma, talvez, eu consiga decidir em qual vou votar. Até agora, nenhum me agrada.

Todos terão o horário eleitoral gratuito para contar suas "façanhas".

Anônimo disse...

Pegar pesado... tou guardando esse termo é pra quando a Ana Júlia chegar no meu bairro. E se ela não for, o meu voto dirá tudo.

Anônimo disse...

O William Bonner é um bom jornalista, só que exagerou na dose, querendo parecer imparcial.
Ainda bem que a mulher dele percebeu isso na hora, tanto que deu-lhe um puxão de orelha no ar, e a partir daí só ela seguiu com a entrevista.

Anônimo disse...

Hiiiiii1
Que "bacanagem" é essa que estão fazendo na Funtelpa. No acumulado do ano, já roubaram mais de uma dezena de microfones da Rádio
Cultura.
CD da discoteca? Já se perdeu a conta.
Até o fim do mandato eles deixam roubar a torre.

Anônimo disse...

Você está certa, Rita. Tem carradas de razões e autoridade profissional para avaliar a entrevista que, de fato, foi dura, como deveria ser - Dura como Dilma, aliás. Os bons políticos - e acho que a candidata é um deles - devem é aproveitar e agradecer esse tipo de pergunta. É a oportunidade que eles têm de argumentar, de esclarecer e de convencer o eleitor de que estão certos. E isso inclui até a conduta pessoal de cada um. Todo mundo sabe que Dilma tem fama de sargentona e que "maltrata" os colegas. Por que não perguntar? O casal global tem mais é que esfolar todos. Um por um.

Observador disse...

Rapaz ela ta dando uma aula de geografia.
1 - o nordeste nao fica no Brasil.
2 - A Baixada Santista fica no Rio.

tomara que ela nao mude o Pará de Lugar.

Anônimo disse...

Ô engraçadíssimo das 13:22. Sabes que para mim os dois quase se equivalem? Um tem diploma de falso médico, a outra tascou títulos de mestra e doutora na plataforma Lattes, ouviu de modo impávido a menção a eles no Roda Viva: é implicância do PIG, caso menor?

Mas queres ser engraçadinho, não é? As placas (sempre elas) nos canais de Belém contém ou não menção ao PAC? São contabilizadas como tal na hora da propaganda? Tenho o direito de questionar isso, tendo em vista que somos a região com menores índices de cobertura de esgotamento sanitário, ou só vale na "baixada santista", no Rio?


Fernando Bernardo

Anônimo disse...

Ei, sumano, para receber recursos do PAC o teu Dudu tem que apresentar prujeto, tem que tocar as ubra, tem que pristar cunta. Si não, ele vai deixar us eleito dele brabu. Assim cumu tu,inteligença.

Luiz Flávio disse...

Rita:

Não podemos confundir jornalismo com falta de educação.
Não podemos confundir firmeza com parcialidade.
Os brasileiros não queriam ver uma entrevista-chapa branca ou um bate-papo entre parceiros, mas apenas uma entrevista isenta, que primasse pelo bom jornalismo.
No entanto o que se viram foram cenas lamentáveis que mancharam um pouco mais a reputação da Vênus platinada e do "casal 20" do telejornalismo global.
Vamos aguardar as demais entrevistas.

Luiz Flávio (Luizão)

Anônimo disse...

O jornalismo televisivo no Brasil é muito ruim. Apresentadores e reporteres deprepaarados,com textos preconceituosos e se m postura para o diálogo. Tem que aprender com o jornalismo europeu que é duro,sem perder a compostura.

Anônimo disse...

O mais ridículo na entrevista da candidata Dilma foi a Fatima fazendo sinais e acenos com a mão pedindo para o marido maneirar na metralhadora que sua boca se transformou. Eu acho que naquele dia sobrou para o pobre do cinegrafista.